Nesse artigo vamos compartilhar informações sobre o perfil dos jovens e as perguntas que sua rádio precisa responder para ser relevante e monetizar o digital.

O ouvinte digital

A Geração Z, os jovens que nasceram depois de 1995, tem informações por meio da internet, utilizando ferramentas como smartphones, tablets etc.

Para o ouvinte digital rádio = app

Eles recebem muita informação, mas não se aprofundam em nada. Eles não conheceram o mundo sem internet, não diferenciam a vida online da off-line e querem tudo para agora. São críticos, dinâmicos, exigentes, sabem o que querem, autodidatas, não gostam das hierarquias nem de horários poucos flexíveis.

Sem uma transmissão streaming sua rádio não existe. Se o streaming não for estável o ouvinte procura outra rádio. E, se o ouvinte tiver uma experiência ruim com o seu streaming ao vivo, é muito provável que ele reclame em todos os canais e redes sociais que ele tiver acesso.

Segundo a pesquisa Panorama MobileTime / Opinion Box, 8 em cada 10 internautas brasileiros com smartphone afirmam que já avaliaram aplicativos nas
lojas.

O futuro da sua rádio

O digital na rádio não é mais uma questão de “e se acontecer”, mas sim uma questão de “quando vai acontecer”, e a resposta está a sua volta: já está acontecendo.

Sua rádio é conhecida, reconhecida, comunicada e julgada por meio da tecnologia.

A métrica de audiência é digital. O planejamento de compra de mídia é digital. O relatório de entrega é digital. Utilizar o digital como principal meio de relacionamento com seus anunciantes e ouvintes está mais ligado à maneira como sua rádio se organiza e opera do que a forma como ela se comunica.

Segundo o IBGE, o Brasil fechou 2016 com 116 milhões de pessoas conectadas à internet, o equivalente a 64,7% da população com idade acima de 10 anos.

E 77,1% dos brasileiros possuem algum celular.

Três perguntas chave

  • Qual o horário nobre no digital? E o calhau?
  • Qual foi o desempenho da programação mês passado?
  • Qual o inventário de mídia digital?


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